1. Você procura um palestrante que fale sobre formas de sofrimento típicos da nossa época, como a ansiedade, a insônia, o sentimento de insegurança e a depressão, a partir de uma perspectiva psicanalítica.
  2. O objetivo é entender as relações existentes entre as doenças e a mente humana, hoje e em outras épocas.
  3. Sua equipe precisa entender as dimensões envolvidas nas relações humanas a partir de temas do cotidiano, numa reflexão séria feita por um especialista.

  1. Melancolia, Depressão e Luto
  2. Os Sofrimentos da Pós-Modernidade
  3. Dor, (In)Seguranca e Repouso Hoje
  4. O que é a Loucura
  5. A Insônia, o Sono Ruim e o Dormir em Paz

Quem é

Psicanalista e psiquiatra. Professor titular de Psicopatologia Clínica e ex-diretor do Laboratoire de Psychopathologie Clinique et Psychanalyse da Aix-Marseille Université (França). Professor livre-docente em Psicopatologia do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, onde dirige o LaPSuS (Laboratório de Psicopatologia: Sujeito e Singularidade). Diretor do Núcleo de São Paulo do Corpo Freudiano – Escola de Psicanálise. Membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae de São Paulo e membro da Associação Universitária de Pesquisas em Psicopatologia Fundamental.

Saiba mais

Detalhe dos Temas

Dormir, muito além de uma função fisiológica, constitui uma dimensão maior da vida psíquica, palco privilegiado de expressão de afetos, temores e paixões. Em um mundo cotidiano que exige de cada um alto nível de performance, mas também que não se “durma no ponto”, é extremamente relevante que haja tantas perturbações – por vezes paradoxais – ligadas ao sono: insônia e cansaço, abuso de tranquilizantes e de excitantes, terrores noturnos e dificuldades para sair da cama. Nesses tempos de atividades 24h, 7 dias por semana, o curso propõe uma reflexão acerca do sono como experiência erótica e de seus transtornos como expressão das paixões no cotidiano, e discute a visão do mundo atual sobre o repouso.

Paixão e sofrimento têm a mesma raiz no termo grego pathos: um padecimento que toma conta do sujeito, que – na posição de paciente – encontra-se tomado por essa condição que o invade. Noções românticas por excelência, essas duas palavras surgem imediatamente quando um sujeito humano se interroga quanto àquilo que dá sentido à sua vida e quanto ao que, por lhe fazer sofrer, impõe-lhe a questão mesma do sentido.

Durante a Primeira Guerra Mundial, Freud publicou um texto fundamental para a compreensão dos fenômenos psíquicos ligados à perda e aos afetos depressivos: “Luto e melancolia”. A palestra se propõe a realizar uma leitura das teses freudianas apresentadas nesse clássico da psicanálise.

Cinco grandes obras cinematográficas servirão como base para uma reflexão sobre os diálogos possíveis entre cinema e psicanálise. A perspectiva que orientará os debates: como o inconsciente coloca em cena suas fantasias carregadas de paixão? Como a arte do cinema capta e exprime tais processos passionais, interpelando o público e a cultura?

  1. “Beleza Americana” (Sam Mendes, 1999)
  2. “Império dos Sentidos” (Nagisa Oshima, 1976)
  3. “Morte em Veneza” (Luchino Visconti,1971)
  4. “Monika e o desejo” (Ingmar Bergman,1953)
  5. “Olhos Negros” (Nikita Michalkov, 1987)
Cada época constitui e modula suas próprias formas de sofrimento. Serão examinadas, a partir da uma perspectiva psicanalítica, quatro apresentações contemporâneas do pathos humano: a ansiedade, a insônia, o sentimento de insegurança e a depressão. É proposto um duplo objetivo: 1) discutir as características de cada uma dessas modalidades do padecer e 2) fundamentar suas possíveis relações com as condições atuais de estabelecimento do laço social.

O que o público diz

Achei interessante as aulas do professor, pois os temas são muito profundos. Somente com muito esclarecimento de um bom profissional podemos analisar e concluir com mais clareza.
Encontrei mais do que buscava neste curso, pois já fiz vários cursos aqui na Casa, mas esse superou minhas expectativas. O professor parece realmente interessado em interagir com os alunos, numa postura diferente do que vi em situações diferentes. Incrível!

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