1. A larga experiência do maestro Roberto Sion como músico e maestro proporciona um equilíbrio entre teoria e prática que aproxima a intelectualidade com a vida real.
  2. Esse mesmo equilíbrio dá às aulas um tom informal, sem perder a seriedade e profundidade, criando um ambiente leve e interativo que facilita a apreensão dos conteúdos.
  3. Os exemplos dados em sala são sempre complementados por breves interpretações musicais tocadas por ele, criando uma aula-show que fornece uma maneira inusitada e prazerosa de entender conceitos complexos.
  4. O maestro Roberto Sion participou do momento de maturidade da música brasileira, sendo uma testemunha de como essa história aconteceu, criando um ponto de vista incomum e extremamente valioso a respeito do tema.

  1. Analogias entre o trabalho dentro da Empresa e o funcionamento de uma Orq. Sinfônica. Liderança compartilhada
  2. Como ouvir e entender a Música.
  3. Desenvolvendo pequenas habilidades musicais através de vivências corporais e auditivas.
  4. O que acontece dentro da Sala de Concertos
  5. Pequena História do Jazz
  6. Pequena História da Bossa Nova
  7. História da Música Popular Brasileira – final do século XIX aos dias de hoje.
  8. A Música Ocidental em contraponto à Música do Oriente

Quem é

Nascido em Santos, em 1946.

Doutor em Música pela Unicamp, é também pianista, saxofonista, flautista e clarinetista, além de reconhecido pelo seu trabalho como compositor, arranjador, maestro e professor.

Iniciou-se ao piano com 5 anos. Aos 14, no clarinete e saxofone.  Solfejo, Harmonia, Canto Coral, Composição ( D.Cozzella ) no Cons. Lavignac , Santos .

Aos 25 anos, formado em Psicologia, decide-se pela Música. Segue para a Berklee School, Boston. Estuda Arranjo e Improvisação. Saxofone com Joseph Viola, Ryo Noda, Lee Konitz. De volta ao Brasil, flauta com     Grace Bush, aprofundando seus estudos com Olivier Toni, Willy C. Oliveira e H. J. Koellreutter.

Viajou várias vezes à Europa e América do Sul, com Vinicius e Toquinho, tendo participado da famosa turnê com Antonio Carlos Jobim. Durante sua estada no Japão em 96 recebeu “…pela criatividade de sua Obra nos últimos 30 anos a crítica de “…um dos mais importantes alto-saxofonistas do mundo…” (tradução juramentada – Consulado do Japão em São Paulo). Professor visitante nas Universidades de Lake Charles, Flórida Sul, Kentucky Univ. e Univ. de Iowa.

Maestro fundador da Orquestra Jovem Jobim e seu regente titular de 2001 a 2014.

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